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Carreira Policial

10 situações constrangedoras para os policiais

Danillo Ferreira
Escrito por Danillo Ferreira
10 situações constrangedoras para os policiais
Dicas e técnicas para chegar à aprovação mais rápido

Aprenda a se preparar para o seu Concurso Policial:

Se você sonha ser policial, precisa saber que a profissão, como tudo na vida, tem vantagens e desvantagens, e algumas circunstâncias em que o constrangimento é inevitável.

Neste artigo selecionei 9 situações em que nós, policiais, ficamos meio sem saber o que fazer. Já passei por todas essas experiências, nem sempre sabendo exatamente como lidar com elas.

Leia o texto e no final deixe seu comentário dizendo como lidaria com cada uma desses casos.

Quando vai ao banheiro fardado

Para muitos, todo o aparato carregado pelo policial no cinto e nas pernas (coldres, carregadores etc) gera um efeito visual impactante, mas quanto mais equipamentos se carrega, mais oneroso se livrar no momento do aperto fisiológico. Situações trágicas – ou cômicas – podem ocorrer.

Quando vai fardado a um restaurante

No imaginário de muitos comerciantes há o entendimento de que o policial sempre está interessado em um “cafezinho”, crença alimentada por alguns casos de colegas que se aproveitam de sua condição profissional para solicitar gratuidades não obrigatórias a proprietários de restaurantes e lanchonetes (que, muitas vezes, tentam privatizar a segurança do policial). Na hora do pagamento da conta, não é incomum que o comerciante demonstre aquele ar indagador (e constrangedor): “cobro ou não cobro”?

Quando media uma discussão

São muitos os casos em que policiais intervêm em discussões não violentas, principalmente entre casais, em que uma ou ambas as partes insistem que o policial assuma um dos lados da discussão. De mediador, querem que o policial torne-se advogado de uma das partes. Alguns briguentos chegam a dizer: “você está defendendo a parte dele(a)!”.

Quando falam mal da polícia

O policial vai na festa de batizado da sobrinha, senta na mesa com conhecidos, e conhecidos dos seus conhecidos, e eles, sem saber que um policial está presente, começam a falar mal da polícia e dos policiais, que são “todos corruptos”, “truculentos” etc. Os conhecidos olham para o policial esperando uma réplica, mas geralmente não sabemos muito o que fazer.

Quando falam “bem” da polícia

Às vezes a pessoa descobre que você é policial e, para lhe agradar, tenta fazer discursos extremistas: “todo criminoso tem que morrer”, “tem que deixar a polícia matar à vontade” etc. Nem muito, nem tão pouco.

Quando alguém descobre que você é policial

A pessoa não lhe conhece, fala com você normalmente, de maneira aberta, com brincadeiras e descontração. Mas basta você falar que é policial para o tratamento mudar. A sentimento mais comum quando isso acontece é que as pessoas tenham medo, e comecem a falar com você de maneira mais distanciada e formal.

Quando encontra um colega em erro

Você está trabalhando na rua, resolve fazer uma blitz, e aí para um sujeito embriagado conduzindo um veículo de forma perigosa. Ao averiguar a situação, descobre que o infrator é um policial. Constrangimento inevitável.

Quando precisa anular compromissos

Assim como outras poucas profissões, a atividade policial exige do profissional um desapego a datas comemorativas e solenes. Não é raro que o policial trabalhe no Natal, Réveillon etc. Mas é bastante complicado quando você não está escalado, e, de repente, na noite de aniversário do filho, descobre que precisará se ausentar por causa de uma escala extra.

Quando encontra o colega que lhe “deu capote”

As polícias brasileiras convivem com uma política de valorização de pessoal que possui muitas distorções ainda. Às vezes ocorre, por distorções nas promoções, nas polícias militares, por exemplo, que majores menos antigos comandem capitães mais antigos (que ingressaram na polícia anteriormente) e assim por diante.

Quando a política manda na polícia

Em alguns casos, determinados procedimentos técnico-profissionais estão claros e devem ser executados de acordo com o que os policiais aprendem na escola de formação. Mas vem um deputado, prefeito, vereador ou outra autoridade e pressiona o policial a praticar posturas distintas daquela considerada adequada.

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