Concurso Agente Administrativo PF – para onde são as vagas?

Agente Administrativo Polícia Federal

Que estão garantidas 534 vagas de ensino médio para Agente Administrativo da Polícia Federal não é novidade. Uma das questões, entretanto, que têm deixado aflitos os candidatos ao concurso é sobre a localização das vagas: irão todos para a região de fronteira? Para Brasília? Calma. Provavelmente haverá vagas para quase todos os estados do Brasil.

Isto porque o Sindicato Nacional dos Servidores do Plano Especial de Cargos da Polícia Federal se reuniu com o Coordenador de Recursos Humanos da Polícia Federal e reivindicou ampla distribuição das vagas, e recebeu como resposta o seguinte:

O SINPECPF teve na segunda-feira (27) sua primeira reunião com o novo Coordenador de Recursos Humanos da Polícia Federal, Delano Cerqueira Bunn. Como não poderia deixar de ser, a principal pauta do encontro foi o vindouro concurso para o PECPF, autorizado na última semana pelo Ministério do Planejamento. O sindicato queria conhecer os planos da administração para os futuros colegas administrativos.

A primeira questão levantada foi sobre a promessa de concurso de remoção antes da nomeação dos novos servidores. Delano confirmou que o procedimento será realizado. “O concurso de remoção está garantido. Ainda não tenho dados sobre o quantitativo de vagas para cada estado, mas o certame irá acontecer”, garantiu.

A próxima dúvida foi o destino dos aprovados no futuro concurso. Ainda em 2010, a Administração estudava a possibilidade de prever lotações apenas para Distrito Federal e São Paulo, algo que não agrada ao SINPECPF. “A carência de servidores é enorme em todo país e o sindicato gastaria de ver todos os estados contemplados”, enfatizou a presidente Leilane Ribeiro de Oliveira.

Delano afirmou que a Diretoria de Gestão de Pessoal ainda não definiu o critério que será adotado, mas que ele defende que as lotações se deem de acordo com o número de vacâncias em cada estado desde o último concurso. Na prática, funcionaria da seguinte forma: se um estado teve dez vacâncias, dez das 566 vagas previstas seriam destinadas para lá.

O sindicato considera o critério justo, mas enfatiza novamente a necessidade de contemplar o máximo possível de unidades. “Talvez um servidor que ingressou em um estado tenha deixado a instituição após ter sido removido para outro. A vacância se dá na última lotação e casos assim precisam ser observados para que nenhum estado seja prejudicado”, lembrou Leilane.

Bastante receptivo, o novo coordenador se colocou a disposição do sindicato, afirmando ainda que tentará zelar ao máximo para que os direitos dos servidores sejam sempre respeitados. “Quero evitar ao máximo que o servidor precise encaminhar um requerimento à CRH para ter seu direito assistido. Espero contar com a parceria das entidades de classe neste sentido”, afirmou.

Boas notícias, não? Agora é intensificar os estudos e garantir uma das 534 vagas!

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